Taí mais um exemplo de metamorfose ambulante. Com letras de alto teor provocativo e o timbre de voz mais grave do rock 'n roll, Arnaldo Antunes já demostrava desde os Titãs que estava mesmo era afim de virar os conceitos sociais de cabeça pra baixo. Despadronizar usando a força do seu pensamento.
Mas como quanto mais cabeças, mais bocas para dar pitaco, resolveu seguir sozinho. Ao se deparar com a encruzilhada cantor, compositor, poeta e semiótico, preferiu fincar seus pés em um ponto comum a todos e libertar sua mente para viajar sem destino em um universo paralelo bem mais interessante que o habitual.
No link acima segue "Cultura", uma de suas músicas declamadas (ou poesia cantada) e, abaixo, dois poemas visuais. Tudo muito simples e, por isso, genial.
Roboman

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