quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

THE LONG ROAD (Eddie Vedder com Nusrat Faten Ali Khan)



Falando em desabafos pra lá de harmônicos, [*]:

E eu desejei por tanto tempo todos os momentos preciosos. Não é porque as asas caíram, mas ainda há alguma coisa faltando... Não posso ficar. (...) Não há necessidade de dizer adeus... Todos os amigos e família, todas as memórias voltam, voltam, voltam... Eu desejei por tanto tempo como eu desejei por você hoje. (...) Andarei eu a longa estrada?

"The Long Road" faz parte da trilha sonora de "Dead Man Walking" ("Os Últimos Passos de um Homem"). O fato de não apresentar um trecho da letra em versos foi proposital.

Angel in Devil's Shoes

[*] = silêncio

4 comentários:

Musicolópolis disse...

Essa música é muito foda, e o filme está na minha opinião entre os grandes clássicos do cinema.

Lembro que vi pela primeira vez muito novo, na época do lançamento e fiquei bem deprimido, fui rever anos depois e a depressão deu espaço a um choro forte de emoção.

Grande dica!!!!

Arthur Petrillo disse...

Não vi o filme.

Quanto à música... Climão meio George Harrison pós Índia. Muito bonita a melodia, arranjo, etc. Nunca tinha ouvido. Gostei.

Pra variar, eu tenho que falar uma coisa para as pessoas me rotularem de idiota: não sou muito fã dos Grunges e do tio Eddie. Mas isso é gosto. Mantenho o meu respeito por eles enquanto movimento musical. Mas não sou muito fã dos ovos nas bochechas.

=]

Vou tentar contribuir pras discussões!

Unknown disse...

Arthur, não sou um caso de fã fervorosa de Eddie Vedder. Não são todas as músicas dele que me chamam a atenção (que não me chamem de idiota!!!). Mas, de qualquer forma, mesmo vc não gostando dele... essa valeu, não? Bom "Climão meio George Harrison pós Índia"!

Anônimo disse...

Ter uma opinião não é ser idiota. Idiotice é repetir o que os outros dizem sem conhecer nada sobre o assunto.

Já dizia Nando Reis: "Ë fácil julgar os outros, mas a vida não precisa de juízes. A questão é sermos razoáveis."

Sou fã do Eddie Veder e acho que ele é uma das poucas figuras que merece respeito quando o assunto é rock pós 90.

Tive o prazer de ver o Pearl Jam no Rio e fui catequizado após 29 músicas de fudê! É impressionante a diferença de uma banda que toca por amor para aquelas que só pensam nas paradas de sucesso.

E Arthur, pegou pesado com os ovos na boca hein?

Abraço